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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ultraleve nomeados para os Grammy Latinos




Disco de estreia da dupla está nomeado, segundo o site dos prémios, na categoria de Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro.

Os portugueses Ultraleve estão nomeados para a edição de 2013 dos Grammy Latinos, concorrendo com nomes como Seu Jorge, Ed Motta ou Natiruts ao prémio para Melhor Álbum Pop Contempoâneo de língua portuguesa, apesar de no site oficial dos galardões a categoria ser apresentada como "Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro".
O projeto Ultraleve, que junta Bruno Vasconcelos (Pinto Ferreir) e Nuno Figueiredo (dos Virgem Suta), torna-se assim o primeiro nome português nomeado na referida categoria. Veja abaixo o vídeo de "A Chata", o single que apresentou o álbum homónimo de estreia.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Abetarda: a pérola natural do Alentejo

No dia 10 de Junho, em colaboração com o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (Parque Natural do Vale do Guadiana), a Câmara Municipal de Beja e a Companhia Agrícola da Apariça, o Festival Terras Sem Sombra – maior festival de música sacra do Baixo Alentejo - irá desenvolver uma acção de sensibilização para a compatibilização das actividades agrícolas com a conservação da natureza.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Segundas Sustentáveis

Esta semana iremos abordar a temática dos chamados “Materiais Verdes”, ou seja, materiais que se aplicam na construção civil e que são, por si sustentáveis. Esses materiais têm sido desenvolvidos nos últimos anos visando o reaproveitamento de materiais que de outra forma se perderiam, além de evitar o uso abusivo de matérias-primas não renováveis na construção civil.

São vários os materiais “verdes” que podemos usar na construção civil. Eles estão disponíveis para as paredes, pisos, telhados e até para o acabamento e decoração dos imóveis. Já é possível construir uma casa sustentável com facilidade.




Seguem abaixo alguns exemplos de materiais verdes para a construção civil:



Blocos de entulho – Blocos feitos a partir de entulhos moídos. Reaproveitam os restos de construções demolidas ou de reformas. Estes podem receber vigas em seu interior ou não.





Madeira Manufacturada - São tábuas de madeira feitas a partir de serragem e madeiras de construções demolidas e restos de madeira. Diminuindo assim o entulho resultante de construções.



Madeira certificada – Madeira certificada é madeira extraída legalmente e que muitas vezes vem de árvores plantadas especialmente para este fim.



Telhado Verde – Pode-se colocar uma cobertura vegetal sobre o telhado, o que permite uma melhor regulação da temperatura interna da residência, evitando desperdícios com aquecimento do local. O eco telhado, como é chamado, consegue absorver grande parte da água das chuvas, o que pode ajudar a evitar enchentes, e, além disso, deixa sua casa muito mais bonita! Mas atenção. Um telhado verde não pode ser feito de qualquer maneira. É necessário escolher bem a planta que será usada e estruturar as camadas de terra que serão substrato para estas plantas.

Tijolos de Terra – Há basicamente duas opções: paredes estilo pau-a-pique que são feitas com uma mistura de terra argilosa, água e palha que é colocada em uma estrutura de madeira trançada. Estas paredes podem levar reboco e outros acabamentos. A outra opção são os tijolos adobe. Estes tijolos são feitos com terra crua, água e palha. Os tijolos adobe podem inclusive ser feitos no local da obra. Muitos dos materiais verdes para construção podem ser preparados no próprio local da construção, artesanalmente. Os que não são assim são encontrados em lojas especializadas neste tipo de materiais para construção.



Devido à preparação artesanal, os tijolos e blocos feitos com terra ou entulhos são muito baratos, sendo gastos, somente os valores referentes ao gasto de água e cimento (dependendo do tipo de tijolo).



São várias as vantagens de se usar materiais verdes na construção civil. Além dos benefícios ecológicos, há a redução dos gastos, devido à possibilidade de manufactura de grande parte destes materiais, e redução do uso de outros como argamassa e estruturas metálicas. Além disto, os materiais verdes proporcionando melhor isolamento térmico e acústico evitam gastos com estes.



As desvantagens que podemos encontrar ao usar materiais verdes são principalmente devidas à falta de habilidade e vontade dos trabalhadores comuns em utilizar este tipo de material, pois geralmente há uma resistência devido ao hábito de utilizar outros materiais, o que pode resultar em blocos e tijolos mal feitos ou descontentamento por parte dos trabalhadores.



A utilização de Materiais Verdes na construção civil e a arquitectura sustentável têm-se mostrado muito proveitosa, como comprovam as experiências recentes dos países desenvolvidos, assim, devemos estimular o uso destes materiais nas construções e gerar assim um desenvolvimento sustentável em todas as áreas.



(Fonte: www.ecologiaurbana.com.br)


Margarida Duarte
arquitecta . gabinete técnico






segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Eco Escolas 3 a 5|Fev|2012 - Beja



Toda a informação aqui.




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Segundas Sustentáveis - O Hiriko Citycar

Tem problemas em estacionar? Nunca encontra um lugar de estacionamento suficientemente grande para o seu carro? Esses problemas acabaram! E a melhor parte? É eléctrico!


O Hiriko CityCar é um veículo revolucionário citadino que consegue «encolher» para facilitar o estacionamento nas cidades foi projectado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e será produzido na região basca, em Espanha.

Quanto a características técnicas, o Hiriko (palavra basca para ‘urbano’) conta com quatro motores eléctricos instalados nas rodas, permitindo uma autonomia em redor dos 120 quilómetros. Apenas tem capacidade para dois lugares, mas deverá ser suficiente para as exigências da mobilidade urbana.

O Hiriko Citycar tem como particularidade inovadora a sua capacidade de conseguir diminuir o seu comprimento para estacionar e tem 2,70 metros de comprimento e 1,70 metros de largura.

A traseira do veículo move-se para baixo do chassis, deixando o carro mais alto, mas com apenas dois terços do comprimento de um Smart.

Quanto à velocidade máxima do Hiriko CityCar, está limitada a 50 km/h com uma aceleração dos 0 aos 50 km/h de três segundos sendo principalmente destinado às grandes cidades.
Este projecto está já a gerar grande interesse de muitas cidades mundiais como Berlim, Barcelona ou São Francisco, que visam contar com este automóvel em modalidade de aluguer para os consumidores, à semelhança do que sucede com os programas de aluguer de bicicletas.

O preço do veículo eléctrico Hiriko CityCar rondará os €12 500 com lançamento esperado em 2013.
(Fonte: http:// http://www.portal-energia.com)


Margarida Duarte
arquitecta . gabinete técnico




segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Segundas Sustentáveis

Esta semana a rubrica “Segundas Sustentáveis” é dedicada aos mais novos e aos amantes de jogos online.

O CityOn é um jogo online que tem como principal objectivo transmitir, de forma inovadora, conceitos como a eficiência energética, mobilidade eléctrica, cidades inteligentes e energias renováveis, sempre numa perspectiva visionária e futurista do que será um mundo sustentável.

O CityOn desafia os mais novos (e porque não, os mais graúdos) a vestir a pele de um agente EDP e a gerir uma cidade inovadora e futurista da forma mais eficiente, tendo como objectivo final implementar uma agenda de medidas de eficiência energética. A pessoa será desafiada a gerir as fontes de produção de energia para responder às necessidades crescentes da população, a apostar em investigação de novas tecnologias e a manter baixos níveis de poluição. O jogo, sendo essencialmente de estratégia, conjuga também missões no terreno em que a pessoa terá de responder de forma rápida e perspicaz.

O CityOn é um jogo desenvolvido pela Biodroid, empresa portuguesa que se dedica ao desenvolvimento de vídeo jogos, em colaboração com equipas internas da EDP e do Instituto Superior Técnico.

Preparem-se para fazer uma viagem ao futuro no CityOn em www.cityon.pt

(Fonte: www.edp.pt)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Segundas Sustentáveis

Este semana a rubrica “Segundas Sustentáveis” vai dedicar-se em exclusivo à mobilidade eléctrica, dando a conhecer duas novidades: o primeiro livro português sobre o tema e um novo modelo de veículo eléctrico com 500km de autonomia.


Dois investigadores da Universidade do Minho (UMinho) lançaram o livro «Carros Eléctricos», o primeiro a nível mundial a tratar de forma ilustrada e abrangente a evolução deste tipo de veículos.

A obra pretende afirmar o impacto crescente que esta tecnologia tem tido, não só na indústria automóvel mas também na sociedade em geral, explicam os autores Jorge Martins e Francisco Brito, do Departamento de Engenharia Mecânica da UMinho, no pólo de Azurém.

Ao longo de 12 capítulos ilustrados são apresentados os progressos feitos ao nível dos carros comerciais, utilitários, de competição, superdesportivos e protótipos, entre outros. É dado um destaque especial à mobilidade eléctrica em Portugal, que se justifica face às iniciativas pioneiras que têm surgido no país, como o programa MOBI.E, e aos veículos e sistemas em desenvolvimento nas empresas e nos centros de investigação nacionais.

Alguns destes projectos envolvem os próprios autores do livro, os quais também possuem uma base de dados a rondar um milhar de modelos eléctricos diferentes. O volume de 200 páginas destina-se ao público em geral, sobretudo aos amantes dos automóveis não convencionais e da sua tecnologia.



Capa do livro “Carros Eléctricos”

(fonte: http://www.gmrtv.pt)

Opel Ampera: o eléctrico sem limites

Passar um fim-de-semana tendo de percorrer vários pontos da grande Lisboa no eléctrico Opel Ampera revelou-se uma agradável surpresa. E porquê? Porque é um carro fácil de conduzir, confortável e principalmente porque nos liberta da preocupação da bateria eléctrica descarregar ao fim de 80 km.

O Opel Ampera percorre 500 quilómetros sem ter que parar para ligar a ficha à tomada, porque tem um extensor de autonomia a gasolina.

Para quem tem dúvidas, este não é o chamado híbrido, pois a maior diferença é que aqui é o motor térmico quem auxilia o motor eléctrico.

O Ampera, tal como a maioria dos carros eléctricos, leva-nos até às séries de ficção científica. O design segue a linha dos modelos ecológicos que se assemelham a uma nave espacial mas está próximo dos carros convencionais, destacando-se o estilo desportivo.

O silêncio no arranque não surpreende, para quem já conduziu outros eléctricos, mas para quem nunca tinha andado a primeira vez a história é outra. Porém, tudo se processa de uma forma natural, tal como nos carros a combustão. Embora o Ampera parecer que desliza.

A direcção eléctrica tem peso certo e uma precisão notável. O conforto a bordo, nos bancos dianteiros, foi uma boa surpresa bem como a qualidade da estabilidade do Ampera.

Dentro do habitáculo o isolamento acústico é bastante bom. O Ampera não sofre muito com ruídos aerodinâmicos e com o tradicional "assobio" do motor eléctrico, notando-se algum ruído de rolamento. Os materiais utilizados no interior são rijos e a consola central tem falta de qualidade que gera alguns sons, mas que a Opel explica deverem-se ao facto destes veículos serem "unidades de pré-produção".

A bateria em forma de T pesa 198 kg, leva o peso do Ampera para os 1732 quilos (entre 170 a 200 quilos mais que um carro do segmento D), diminuindo um pouco a agilidade e limitando a habitabilidade. E aqui está outro problema. Cabem apenas 4 pessoas no Ampera, o banco traseiro não é dos mais ergonómicos e a bagageira fica-se pelos 310 litros.

Com a bateria carregada (leva 4 horas a carregar completamente numa tomada eléctrica comum) conseguimos fazer quase 67 quilómetros. A autonomia varia consoante as condições climatéricas e também o tipo de condução. Foi utilizado o ar condicionado num percurso com algum tráfego, sempre no modo Normal, com o rádio Bose ligado. Depois de esgotada a bateria, o motor a gasolina começou a funcionar gerando energia para carregar a bateria. Aqui, a autonomia subiu para os 500 quilómetros conferida pelos 35 litros de gasolina do depósito e um consumo que variou entre 2,5 e 3 l/100 km. O motor a gasolina não está ligado às rodas nem ao acelerador e só em casos excepcionais (como refere a Opel) poderá enviar energia directamente às rodas motrizes através do segundo motor eléctrico existente. O que de facto aconteceu quando a velocidades foi elevada.

Apesar de ser mais pesado que os rivais do segmento D, o que o podia tornar mais lento, o motor eléctrico, que debita 150 cavalos, tem força suficiente chegar dos 0-100 km/h em 9 e pouco segundos e atingir uma velocidade máxima de 161 km/h.

O painel de instrumentos é radicalmente diferente do normal. Há tanta informação e grafismo que mais parece estarmos a bordo de uma nave espacial. Mas ao fim de pouco tempo habitua-se.

Tem dois ecrãs de sete polegadas, um que dá informações ligadas à condução e outro monitoriza os sistemas de informação, entretenimento, climatização, recarregamento da baterias, entre outros.

Um dos sistemas mais interessantes é o computador de bordo, o outro é a bola que está no painel principal. Essa pequena bola verde move-se na horizontal e indica-nos o estilo de condução. Muda de cor - entre o verde e o vermelho - quando abusamos da travagem e da aceleração. O ideal é que a bola esteja sempre a meio, verde e a rolar.

A consola central define novos padrões em termos de simplicidade com comandos sensíveis ao toque, facilmente identificados. Os dois ecrãs são um mundo de possibilidades que é quase obrigatório perder tempo a "brincar".

Não há dúvida de que o Ampera faz todo o sentido e liberta-nos da ansiedade da reduzida autonomia de um eléctrico. Para o dia-a-dia, este modelo permite uma utilização quase sempre em modo eléctrico, mas mantendo o condutor tranquilo de que se não chegar ao local pretendido, o motor térmico está lá para ajudar.

Ficha técnica Opel Ampera

Preço:42.900 euros

Velocidade máxima: 161 km/h

Aceleração 0-100 km/h: 9 segundos

Autonomia exclusivamente eléctrica: 40 a 80 km

Autonomia total (eléctrica e com extensor): 500 km

Consumo de energia de electricidade: menos de 26 kWh/100 km

Consumo de gasolina: 1,2 l/100 km

Emissões de CO2: 27 g/km

(fonte: http://economico.sapo.pt)

Margarida Duarte




arquitecta . gabinete técnico

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Segundas Sustentáveis … solidárias!

Nesta época de paz, alegria e sobretudo de solidariedade, fique a conhecer o Desconto Social para a Energia




O Desconto Social Extraordinário ao Consumidor de Energia apresenta duas áreas de actuação: a Tarifa Social da Electricidade e a Tarifa Social do Gás Natural.



Se recebe, ou conhece quem receba:



- Complemento Solidário para Idosos;



- Rendimento Social de Inserção;



- Subsidio Social de Desemprego;



- Abono de Família para Crianças e Jovens no 1º escalão;



ou



- Pensão Social de Invalidez;



Pode reduzir as suas despesas de electricidade e gás natural!



Adira os apoios no seu fornecedor de electricidade ou gás natural até 31 de Dezembro de 2011. Não precisa de uma Declaração da Segurança Social. O fornecedor de energia é que valida o seu pedido e a sua situação junto com a Segurança Social o acesso aos apoios.



Informe-se como aderir aos apoios em:



EDP



808 915 900 – segunda a sábado das 8h às 22h



GALP ENERGIA



gasnatural@galpenergia.com



www.galpenergia.com



SEGURANÇA SOCIAL



808 266 266 – dias uteis das 8h às 20h



www.seg-social.pt



segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Segundas Sustentáveis

Imagine que a sua casa tem a capacidade de gerar calor que liberta para dentro das divisões sem a necessidade de usar aquecedores ou o ar condicionado…



As paredes de Trombe são paredes que, graças ao seu sistema construtivo, têm capacidade de acumular o calor durante o dia e transmitir de noite esse calor acumulado para o interior dos espaços e não necessitam de manutenção!

O que é exactamente?

A parede Trombe possui este nome em homenagem a seu autor, o francês Félix Trombe, que construiu juntamente com o arquitecto Jacques Michel uma casa experimental em 1967. Este sistema é basicamente uma estufa com dimensões menores e funciona como um sistema passivo de aquecimento solar.

As paredes de Trombe têm a capacidade de acumular o calor dos raios solares durante os dias de Inverno com Céu limpo, que são os dias mais frios e transmitir durante a noite o calor acumulado para o interior dos espaços. No Verão, estas paredes, que são exclusivamente orientadas a Sul, não têm capacidade significativa para acumular os raios solares, dado que o sol incide num ângulo muito ingreme sobre o vão envidraçado que as protege, resultando na reflexão da maior parte da radiação.

Como funciona?

A parede de Trombe é composta por um vão envidraçado com vidro duplo orientado a Sul, por uma caixa-de-ar com, aproximadamente 20 mm de espessura e por uma parede de betão com 200 mm de espessura. A face exterior é pintada com uma cor muito escura que potencie a absorção dos raios solares e, na face interior, estucada e pintada.


Quando os raios solares atravessam a parede faz uma espécie de efeito de estufa. Esse calor vai aquecendo a parede que penetra a parede e chega finalmente ao interior da casa. Este processo demora horas. Por isso é que a parede aquece durante o dia e liberta o calor durante a noite, reduzindo consideravelmente a necessidade de aquecimento dentro das divisões da casa.



(fonte: www.construcaosustentavel.pt e www.bioclimaticarquitetura.blogspot.com)





segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Segundas Sustentáveis

Este ano o Município de Beja aderiu à Semana Europeia da Prevenção de Resíduos, um projecto de 3 anos, que tem o apoio do Programa LIFE+ da Comissão Europeia até 2011. Durante uma semana, de 19 a 27 de Novembro, várias entidades por toda a Europa coordenam acções de sensibilização com o objectivo de promover o conceito da prevenção de resíduos.




O que é a prevenção de resíduos?

Na hierarquia da gestão de resíduos, a prevenção ocupa o lugar cimeiro, podendo ser conseguida de duas formas distintas: pela redução da quantidade produzida ou pela redução da sua perigosidade. A prevenção inclui os esforços de redução e reutilização e procura evitar a produção de resíduos.

Segundo esta hierarquia, a Semana Europeia da Prevenção de Resíduos pretende desenvolver uma tomada de consciência, mais especificamente do acto de prevenção de resíduos, ou seja, tudo que se pode e deve fazer antes de eliminar, para reduzir os volumes da recolha de resíduos e a nocividade dos resíduos produzidos.

O melhor resíduo é aquele que não chega a ser formado!



Porquê prevenir?

Todas as nossas acções diárias têm repercussões com maior ou menor impacte no ambiente. A produção de resíduos duplicou em 40 anos e tem aumentado entre 1% e 2% nos últimos anos, pelo que se torna urgente agir.

A prevenção de resíduos contribui para a diminuição dos custos de fabrico, tratamento e deposição, do consumo de recursos naturais e da emissão de gases de estufa.



Como fazer?

Todos nós, em casa, no trabalho, na escola ou quando vamos às compras, podemos adoptar pequenos gestos que permitem reduzir a nossa redução de resíduos, pelo que deixamos aqui algumas sugestões:

Em casa

• Faça compostagem caseira com os restos da cozinha e do jardim. O composto pode depois ser utilizado numa horta ou para cultivar ervas aromáticas.

• Beba água da torneira, que é de boa qualidade e evita o gasto de embalagens.

• Se optar por bebidas engarrafadas, prefira as de embalagem de tara retornável.

• Coloque o autocolante da publicidade não endereçada na caixa do correio.

• Ao cozinhar, tenha em conta as quantidades necessárias e aproveite os alimentos na totalidade para evitar o desperdício alimentar.

• Utilize produtos de limpeza biodegradáveis e nas quantidades adequadas;

• Doe as roupas e calçado que já não utiliza, assim como brinquedos e livros, a instituições de caridade.

• Mande consertar os aparelhos.

No trabalho ou na escola

• Reutilize o papel (use ambos os lados das folhas de papel).

• Imprima apenas se for realmente necessário.

• Utilize pilhas e tinteiros recarregáveis.

• Privilegie a circulação de informação por via electrónica (e-mail).

• Leve a merenda num saco de pano ou lancheira.

Nas compras

• Compre apenas os produtos necessários. Para isso, faça uma lista de compras e vá às compras depois das refeições. Como truque, experimente iniciar as compras no final do supermercado (pelos bens de 1.ª necessidade).

• Opte por produtos sem embalagem desnecessária. Por exemplo, compre produtos a granel.

• Prefira as embalagens familiares. São precisas várias embalagens pequenas para levar o mesmo produto das embalagens familiares, consumindo mais matéria-prima.

• Escolha bens duráveis e/ou reutilizáveis.

• Vá às compras com um trolley ou leve sacos reutilizáveis.



(fontes: http://www.ewwr.eu/pt-pt/ e http://www.eunaofacolixo.com/)

 
 
 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Segundas Sustentáveis

O Edifício Sustentável que irá albergar os serviços Técnicos da Câmara Municipal de Beja é um edifício que conseguiu em projecto uma classificação de A no que diz respeito à sua construção e concepção em desenho, podendo atingir uma classificação de A+ durante o seu uso e pelos equipamentos posteriormente adquiridos.


Mas o que é isso de “classificação de A”? Qual o programa de certificação que determinou a sua classificação? O que o distingue dos outros edifícios?

O sistema LiderA (Liderar pelo Ambiente), é a designação de um sistema voluntário Português que tem em vista efectuar de forma eficiente e integrada de apoio, avaliação e certificação do ambiente construído que procure a sustentabilidade e assenta no conceito de reposicionar o ambiente na construção, na perspectiva da sustentabilidade, assumindo-se como um sistema para liderar pelo ambiente. O sistema proposto (Pinheiro, 2005) dispõe de três níveis: estratégico (da ideia ao plano), projecto e gestão do ciclo de vida, tendo em vista permitir o acompanhamento nas diferentes fases de desenvolvimento do ciclo de vida do empreendimento.



Principais princípios do Lider A

Desde o seu início, o empreendimento pode adoptar uma Política ambiental, a qual deve ser adequada ao empreendimento e às especificidades ambientais, considerando princípios para a procura da sustentabilidade.

Desde Março de 2009 encontra-se disponível a versão 2.0 do sistema LiderA (para consensualização com os parceiros), que permite ser aplicada a diferentes escalas, desde o edifício aos ambientes construídos e comunidades sustentáveis.

A versão 2.0, é destinada não só a edifícios, mas também para espaços exteriores, zonas mais alargadas, incluindo quarteirões, bairros e empreendimentos de várias escalas. A procura da sustentabilidade é efectuada, segundo o LiderA, através das seguintes seis vertentes, assumindo os seguintes princípios:

- Princípio 1 - Valorizar a dinâmica local e promover uma adequada integração;

- Princípio 2 - Fomentar a eficiência no uso dos recursos;

- Princípio 3 - Reduzir o impacte das cargas (quer em valor, quer em toxicidade);

- Princípio 4 - Assegurar a qualidade do ambiente, focada no conforto ambiental;

- Princípio 5 - Fomentar as vivências sócio-económicas sustentáveis;

- Princípio 6 - Assegurar a melhor utilização sustentável dos ambientes construídos, através da gestão ambiental e da inovação.



As seis vertentes subdividem-se em vinte e duas áreas:

- Integração local, no que diz respeito ao Solo, aos Ecossistemas naturais e à Paisagem e Património;

- Recursos, abrangendo a Energia, a Água, os Materiais e a Produção Alimentar;

- Cargas ambientais, envolvendo os Efluentes, as Emissões Atmosféricas, os Resíduos, o Ruído Exterior e a Poluição Ilumino-térmica;

- Conforto Ambiental, nas áreas da Qualidade do Ar, do Conforto Térmico e da Iluminação e Acústica;

- Vivência socioeconómica, que integra o Acesso para todos, a Diversidade Económica, as Amenidades e a Interacção Social, a Participação e Controlo e os Custos no ciclo de vida;

- Uso sustentável, que integra a Gestão Ambiental e a Inovação.




Estas seis vertentes e vinte e duas áreas incluem um conjunto de pré-requisitos e critérios (43) para permitir avaliar o desempenho ambiental e o respectivo nível de procura da sustentabilidade.


(fonte: www.lidera.info)

Margarida Duarte

arquitecta . gabinete técnico

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Segundas Sustentáveis


Seja um Líder em Eficiência Energética

Participe no passatempo Topten e ganhe uma multifunções eficiente!

Está aberto, até ao dia 11 de Dezembro de 2011, o período de participação no Passatempo Topten! Tudo o que precisa de fazer é ir até www.topten.pt e encontrar em casa, no trabalho ou numa loja um dos produtos presentes em qualquer categoria. Depois, tire uma foto junto a esse produto Topten e envie-nos. A mais original ganha uma multifunções energeticamente eficiente!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Segundas Sustentáveis

semana, iremos continuar o tema mas agora indicando os locais onde efectivamente os poderão deixar, pois como ficámos a saber existem locais próprios para o efeito.


Actualmente no concelho de Beja é possível entregar REEE, no ecocentro localizado no Parque Industrial e no Parque Ambiental da AMALGA. Para além disso, as Juntas de Freguesia têm um serviço de recolha gratuito ao domicílio, bastando para isso telefonar e combinar o dia e a hora da recolha.

Relativamente aos pequenos electrodomésticos (varinhas mágicas, ferros de engomar, torradeiras, etc), em Beja podem ser colocados no Mercado Municipal e brevemente nos seguintes locais:

• Serviços Técnicos e de Atendimento (Rua de Angola);

• Casa da Cultura;

• Centro Social do Lidador;

• Sede das freguesias da cidade de Beja;

• Junta de Freguesia de Beringel.

Para além disso, poderão igualmente depositar nos hipermercados aderentes.

Ao consultar o site: www.amb3e.pt pode pesquisar por distrito e por conselho o ponto de entrega mais perto de si. No distrito de Beja existem ainda os seguintes locais:

. AMCAL - Associação de Municípios do Alentejo Central – Vila Ruiva

. Ambitrena - Valorização e Gestão de Resíduos SA – Santa Clara do Louredo

. Resialentejo - Tratamento e Valorização de Resíduos, EIM – Santa Clara do Louredo

(fonte: Eng.ª Cláudia Videira – Chefe da Divisão dos Serviços Urbanos da Câmara Municipal de Beja e www.amb3e.pt)



Margarida Duarte




arquitecta . gabinete técnico

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SEGUNDAS SUSTENTÁVEIS

Comprou um electrodoméstico novo? Não sabe o que fazer ao antigo?


Hoje em dia já existe a Reciclagem de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE), sendo possível entregar alguns dos seus velhos equipamentos para que possam ser reciclados em pontos de recolha próprios.

Em definição, os equipamentos eléctricos e electrónicos (EEE) são equipamentos cujo funcionamento depende da corrente eléctrica (como, por exemplo, os computadores) ou de campos electromagnéticos (como os brinquedos a pilhas). Esta classificação inclui ainda os equipamentos para geração, transferência e medição de correntes eléctricas e campos electromagnéticos. A legislação em vigor para a reciclagem destes equipamentos (Decreto-Lei n.º 230/2004) classifica-os em 10 categorias:

• Grandes electrodomésticos

• Pequenos electrodomésticos

• Equipamentos informáticos e de telecomunicações

• Equipamentos de consumo

• Equipamentos de iluminação

• Ferramentas eléctricas e electrónicas (com excepção de ferramentas industriais fixas e de grandes dimensões)

• Brinquedos e equipamento de desporto e lazer

• Aparelhos médicos (com excepção de todos os produtos implantados e infectados)

• Instrumentos de monitorização e controlo

• Distribuidores automáticos

O que são REEE?

São os Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) - ou seja, um equipamento quando já não é necessário e se pretende deitar fora. Esta classificação inclui todos os componentes e materiais consumíveis que fazem parte do equipamento, no momento em que este se torna obsoleto (por exemplo, quando deixa de utilizar um computador, o rato, o teclado e o ecrã são também considerados REEE).

Como estes equipamentos são compostos por uma grande variedade de materiais, alguns até considerados perigosos, quando chegam ao final da sua utilização, estes equipamentos deverão ser correctamente acondicionados e transportados até ao ponto de recolha adequado mais próximo. No processo de valorização ou reciclagem dos resíduos, o seu desmantelamento é efectuado com o máximo de rigor, tentando prevenir danos nas estruturas e componentes, ou até eventuais fugas (alguns materiais contêm chumbo, mercúrio, cádmio ou crómio hexavalente).

Onde posso depositar os meus REEE?

Desde 2006 que estão licenciadas duas entidades que têm a responsabilidade de gestão dos REEE:

• AMB3E – Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos

• ERP PORTUGAL – Associação Gestora de R.E.E.E.

Ambas estruturaram a sua rede de recolha, reutilização e reciclagem de REEE, que é hoje composta por Centros de Recepção distribuídos por todo o território nacional, e por uma cadeia de operadores de gestão devidamente licenciados para o transporte, tratamento e valorização de REEE.

De acordo com a legislação em vigor, todos nós, enquanto utilizadores particulares, devemos entregar os nossos REEE nos locais destinados à sua recolha:

• Quando compramos um novo equipamento (EEE), podemos entregar na loja onde efectuamos a compra, o equipamento antigo (que tem de ser equivalente e desempenhar as mesmas funções que o equipamento adquirido). Se, por acaso, não tem como transportar o equipamento antigo, devido à sua dimensão ou peso, pode solicitar a recolha no seu domicílio à entidade a quem adquiriu o novo equipamento.

• Num Centro de Recepção de REEE, que aceitam gratuitamente todos os tipos de REEE provenientes de particulares

• Nos Pontos Electrão, disponibilizados pela AMB3E e localizados em alguns centros comerciais do país

• Em alguns municípios há também a possibilidade dos REEE serem recolhidos em casa, podendo eventualmente ser cobrado um valor por este serviço

Após a recolha, todos estes REEE são separados em categorias, armazenados e encaminhados para reciclagem ou valorização. Normalmente são desmantelados, sendo retirados todos os componentes com substâncias perigosas (como pilhas, lâmpadas, termóstatos, tubos de raios catódicos…), e depois triturados e separados os diversos materiais constituintes (como metais ferrosos, metais não ferrosos, vários tipos de plásticos…). Tanto as substâncias perigosas como os materiais constituintes são depois enviados para valorização ou eliminação. Este sistema é gerido pelas duas entidades gestoras, e financiado pelos diferentes produtores de EEE.

O que devemos fazer?

Em primeiro lugar devemos procurar reduzir os REEE que deitamos fora, o que apenas se consegue fazendo uma gestão mais cuidada dos equipamentos. Por exemplo, no momento da compra, devemos tentar optar por aparelhos com maior tempo de vida útil. Quando os equipamentos se avariam, devemos também mandar arranjá-los sempre que possível, em vez de deitá-los fora de imediato. No caso de deixarmos de ter utilidade para um equipamento que ainda se encontra a funcionar, devemos optar por entregá-lo a uma instituição de solidariedade social que o possa reutilizar, ou a uma empresa de gestão de REEE licenciada que providencie esse encaminhamento.

Os REEE nunca devem ser colocados no lixo comum, mas sim nos locais de recolha adequados, especialmente devido à possibilidade de conterem substâncias e componentes perigosos que têm de ser separados e geridos correctamente.

(fonte: www.eco.edp.pt)



Margarida Duarte


arquitecta . gabinete técnico


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Segundas Sustentáveis

25 dicas para poupar água!


Para garantir a sustentabilidade dos recursos hídricos, é necessário repensar as estratégias de gestão dos recursos hídricos e apostar no aumento da eficiência na utilização da água.

As estratégias e medidas implementadas a nível governamental são fundamentais, mas não suficientes. É necessária uma mudança de comportamentos de cada um de nós, que se traduzem em pequenos gestos no dia-a-dia. A Quercus quer ajudá-lo nessa tarefa e relembra-lhe algumas acções que pode realizar facilmente em sua casa, com resultados positivos na conservação dos recursos hídricos e no seu orçamento familiar!

Em casa

1. Mantenha a canalização doméstica em bom estado. Chame um canalizador caso as torneiras não parem de pingar ou se verificar a existência de uma rotura.

2. Feche sempre bem as torneiras. Uma torneira a pingar pode gastar cerca de 25 litros de água por dia.

3. Utilize torneiras de regulação do fluxo de água ou instale dispositivos de redução de caudal.

4. Verifique o isolamento térmico do sistema de distribuição de água quente. Evita o desperdício de água e de energia enquanto espera que a água aqueça.

5. Faça uma leitura regular do contador e da factura da água para controlar os seus gastos.

Na casa-de-banho:

6. Instale autoclismos com dispositivo de dupla descarga. Poderá também colocar garrafas de água com areia no interior do reservatório para evitar enchê-lo na totalidade e reduzir a quantidade de água gasta em cada descarga.

7. Evite fazer descargas desnecessárias, lembre-se que o autoclismo não é um caixote do lixo. Cada descarga gasta cerca de 10 litros de água.

8. Coloque dispositivos de redução de caudal no duche.

9. Tome duches rápidos e evite os banhos de imersão. Um duche de 5 minutos gasta entre 25 e 100 litros de água, dependendo do modelo do chuveiro e da pressão da água. Feche a torneira enquanto se estiver a ensaboar.

10. Utilize um balde para recolher a água do duche enquanto espera que a água aqueça; pode utilizá-la depois na sanita ou no jardim, por exemplo.

11. Feche a torneira quando está a lavar os dentes ou a fazer a barba. Uma torneira aberta no lavatório pode gastar 9 litros de água por minuto.

Na cozinha:

12. Utilize a máquina de lavar roupa e loiça com carga completa, evitando o desperdício de água e de energia.

13. Se lavar a loiça à mão, não deixe a água a correr continuamente, encha o lava-loiça com a água necessária.

14. Não lave a loiça peça a peça, junte-a e lave-a uma ou duas vezes por dia. Utilize a mínima quantidade de detergente possível para uma lavagem eficaz, diminui a quantidade de água necessária para enxaguar a loiça.


15. Quando cozer legumes, utilize apenas a água suficiente para os cobrir e mantenha a panela tapada; os legumes cozem mais rápido, poupa água e energia.

No exterior:

16. Limpe os pavimentos exteriores a seco, optando por varrer em vez de lavar.


17. Lave o carro com balde e esponja. Evite o uso da mangueira.

18. Aproveite a água da chuva, colocando um reservatório ou uma cisterna na rua. Pode utilizar essa água para lavar o pavimento ou o carro, no autoclismo ou para regar o jardim.


No jardim:

19. Regue o jardim de manhã cedo ou ao início da noite, quando a evaporação é menor.

20. Cultive plantas típicas da sua região, porque estão melhor adaptadas às condições climáticas e utilizam a água disponível de forma mais eficiente.


21. Reutilize água para regar o jardim. Pode usar a água de lavar fruta ou legumes, por exemplo.


22. Utilize o regador, evite o uso da mangueira sempre que possível.


23. Cubra a terra do jardim ou dos vasos com casca de pinheiro ou outros materiais (mulch). Diminui o contacto directo do solo com a luz solar, conservando a humidade da terra.


24. Plante árvores que façam sombra no Verão, reduz a evaporação das plantas protegidas pela sombra.

Na rua:

25. Se detectar uma fuga de água num espaço público, contacte imediatamente a entidade competente.

Para terminar, lembre-se que muitos dos produtos que utilizamos diariamente incluem água no seu processo de produção e distribuição. Pense nisso quando estiver a fazer as suas compras.


Passe a palavra e dê o exemplo, seja na sua casa, no seu local de trabalho ou noutros locais que frequenta. Cada gota de água conta!


(fonte: www.quercus.pt)

Margarida Duarte
arquitecta . gabinete técnico

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Segundas Sustentáveis

A sustentabilidade não passa só por factores relacionados directamente com os transportes ou com a habitação (como temos visto nos últimos meses), mas também por uma atitude mais positiva, mais ecológica que podemos e devemos adoptar nos nossos hábitos de consumo.




A Câmara Municipal de Beja tem em marcha um projecto que tenta divulgar isso mesmo. As Hortas Urbanas darão oportunidade de se poder ter uma pequena horta com produtos cultivados pelos próprios munícipes.



Na linha dessa acção existem pequenas associações e empresas de pequenos agricultores que têm também hortas onde cultivam produtos da época de forma biológica, sem adição de qualquer tipo de produto químico e que posteriormente fazem a sua distribuição porta-a-porta para quem se mostrar interessado em adquirir esses mesmos produtos.



Esta semana as “Segundas Sustentáveis” dar-vos-ão a conhecer dois exemplos dessa prática:



- “À mão de semear” – É um projecto que aposta na agricultura orgânica ou biológica, centrando-se na distribuição de hortaliças, frutas e outros produtos alimentares, tais como ervas aromáticas. De uma forma cómoda e gratuita entregamos em sua casa cabazes recheados de vegetais frescos. O objectivo é transportar até si alimentos ricos em nutrientes, que carregam consigo os saberes e os sabores do campo. Este é um projecto que ambiciona ainda dinamizar as agriculturas de pequenos produtores locais, incentivando à produção sustentável. A intenção é proporcionar ao consumidor uma alimentação de qualidade a um preço justo, promovendo o equilíbrio entre o homem e a natureza.



Fazem entregas no concelho de Beja e semanalmente é lhe enviado um email com os produtos da semana, distribuídos por dois tipos de cabazes: pequeno e grande. Para mais informações consulte a página na internet: www.amaodesemear.com



- “Prove” - O PROVE nasceu duma experiência local com enorme sucesso e encontra-se implementado nas seguintes localidades: Sesimbra, Palmela, Lousada, Penafiel, Paços de Ferreira, Montemor-o-Novo e Mafra.



Como funciona?



3 a 5 produtores agrícolas unem-se para constituir um núcleo PROVE na sua região.

De semana a semana os produtores reúnem-se e organizam os cabazes de acordo com as encomendas dos clientes e com os produtos da época.

No dia da entrega, os produtores preparam os cabazes e fazem a sua distribuição no local seleccionado.

Na semana seguinte os produtores voltam a reunir-se para dividirem o dinheiro da semana anterior e retomam todo o processo de organização dos cabazes.

Quais as vantagens?



Criação do seu emprego.

Pagamento imediato e justo dos produtos agrícolas.

Forma alternativa para o escoamento da produção agrícola.

Reconhecimento do trabalho agrícola por parte dos consumidores.

Para mais informações visite a página: www.prove.com.pt



É claro que existem muitas outras associações
empresas que trabalham nesta área. Conhece alguma? É cliente deste tipo de iniciativas? Entre em contacto connosco que nós divulgaremos o vosso trabalho e
ou a sua experiência!




Margarida Duarte
arquitecta . gabinete técnico