domingo, 8 de fevereiro de 2015

A maior parte dos portugueses desconhece que o seu “pobre” país possuí:

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PORTUGAL É UM DOS PAÍSES MAIS RICOS DA UE, E NÃO DOS MAIS POBRES!

PORTUGAL É UM DOS POUCOS PAÍSES NO MUNDO QUE PODE FECHAR AS SUAS FRONTEIRAS, POIS A NATUREZA DA-LHE UMA GRANDE RIQUEZA QUE CONTÉM TUDO O QUE É NECESSÁRIO PARA QUE A SUA POVOAÇÃO POSSA VIVER FELIZ E EM PAZ!

A maior parte dos portugueses desconhece que o seu “pobre” país possuí:
– A maior Zona Económica Exclusiva da UE, que é tão grande como todo o continente europeu.
– 80% de solo arável, mas está quase em completo abandono.
– Invejável rede hidrográfica a nível mundial.
– Grandes reservas de água doce, em aquíferos subterrâneos, quase inesgotáveis.
– As maiores reservas de ferro, da UE, de excelente qualidade.
– As maiores reservas de cobre da Europa (segundas do mundo).
– As maiores reservas de tungsténio (volfrâmio) da Europa.
– As maiores reservas de lítio da Europa.
– As maiores reservas de terras raras.
– As segundas maiores reservas de urânio da Europa.
– Grandes reservas mineiras de ouro, prata e platina.
– Grandes reservas de carvão mineral de excelente qualidade.
– E as incomensuráveis riquezas que as águas do Atlântico escondem.
– Uma das maiores reservas de petroleo da europa ,que ja vão ser exploradas na costa do Algarve, por companhias alemães e espanhola. Vão pagar a Portugal apenas 20 centimos por barril, enquanto ele já passou à muito tempo os 100 dólares por barril.
-Reservas de gás natural e de gisto, que dá para Portugal pelo menos para 100 anos sem precisar de ninguém.
E isto é apenas a ponta do iceberg que circula pela internet,…
Portugal, é possivelmente o país mais rico da UE, na sua dimensão, e é levado à ruína pelos seus governantes.
Caros Governantes, por favor valorizem o vosso país, em vez da vossa carteira!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Aquecer comida no micro-ondas provoca cancro? E comer frutos vermelhos previne? Saiba quais os mitos e verdades sobre o cancro

Entre dúvidas, mitos cristalizados e algumas verdades se vai falando do cancro. O Observador falou com três oncologistas para perceber o que é mito e o que é verdade naquilo que vamos ouvindo.
Os alimentos antioxidantes, como os frutos vermelhos, podem ter um efeito de prevenção deste tipo de doenças.

As batatas da concórdia

Há muito, muito tempo, havia dois países. Um ficava a leste e o outro a oeste.
Um dia, declararam guerra um ao outro e ninguém mais teve tempo para se ocupar dos campos, das vacas e das galinhas. Era preciso afiar as espadas, fabricar balas de canhão, ou recoser os botões dos uniformes dos soldados.
Num vale situado entre os dois países, vivia uma mulher que queria ignorar a guerra. Tinha dois filhos, uma vaca, algumas galinhas, e um grande campo de batatas. Para proteger os filhos e o campo da guerra, construiu um muro em torno da propriedade. Os filhos adoravam a mãe e ajudavam-na a plantar e a colher as batatas. Também tomavam conta da vaca e das galinhas. Apreciavam ambos a macieza dos seus leitos e a tranquilidade da sua casa.
Por vezes perguntavam:
— Por que razão temos de viver rodeados por um muro?
Ao que a mãe respondia:
— Porque as batatas não cresceriam se sentissem o sopro do vento leste e o sopro do vento oeste.
Durante as frias noites de inverno, enquanto as tormentas e os combates sacudiam o céu e a terra, mãe e filhos comiam batatas cozidas na brasa. 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Semana Gastronómica do Queijo - 6 a 17 Fevereiro - Serpa


Toda a informação aqui

ENTRUDO VIDIGUEIRA 2015


REGULAMENTO   
EVENTOS PARALELOS  

Carnaval de Cuba 2015


As Ervas da Baronia - Alvito 2015

Veja os



Concurso de fotografia “Mértola, um olhar sobre a des | igualdade”

Estão abertas as inscrições!


Regulamento

Diário do Alentejo Edição 1711

Editorial
Fresquinho
Paulo Barriga

O tempo está como a política
local. Fresquinho. A
pedir mantas. E madeiros
no lume. Não havendo muitos
outros agasalhos para cobrir
o briol da política caseira, abafa-
-se-lhe as perninhas com sacas de
sarapilheira. Está assim o inverno
em Beja. Frio e desaconchegado e
sem assunto para além da grande
pendência que se coloca para o futuro
da cidade: o que fazer com o
depósito da água? É verdade, que
raio deve a câmara fazer com a
torre de betão que antes permitia
abastecer as zonas altas da cidade?
Eis a invernosa questão que promete
aquecer o debate político. Na
primavera de 2013, a autarquia,
através da Empresa Municipal de
Águas e Saneamento, propunha
transformar o colosso num miradouro
panorâmico. Uma obra
que chegou a ser orçamentada em
175 mil euros, ao abrigo do projeto
“Museu Vivo”, e que deveria
estar concluída antes do verão do
mesmo ano. O que não aconteceu.
Vieram as eleições. A câmara mudou
de cor. E quer também mudar
o destino do reservatório de
água. A ideia que agora sobrevive
é muito simples: deita-se abaixo o
dito cujo. Ambas as conceções são
válidas partindo do simples argumento
de que a instabilidade
da estrutura apela com urgência
para uma intervenção. Do lado
da recuperação do equipamento
junta-se outro fundamento de relevo:
o depósito faz parte da memória
visual da cidade. É um elemento
marcante da sua silhueta.
Pelo que deveria ser preservado.
Dá-se o caso que esta construção
dos meados do século XX foi alicerçada
sobre a base de um templo
romano. Aliás, o arqueólogo
Abel Viana, aquando do início
da obra, identificou no local uma
“enorme” estrutura que interpretou
como sendo parte de um templo
imperial. Escavações posteriores
trouxeram a público outros
achados importantes do mesmo
período e, igualmente nas imediações,
vestígios da existência de
uma inédita “casa da moeda” que
remonta ao reinado de D. João III
(daí, por certo, o topónimo rua
da Moeda). É neste “valor” histórico
e arqueológico do local que se
baseia a tese da demolição do depósito
da água. Resta agora saber
qual o enunciado que sobreviverá
a este inverno sem chama da política
bejense. Ou se fortalece com
betão uma “memória visual” urbana
com pouco mais de seis décadas.
Ou se vai à procura de um
passado mais longínquo que justifique
no terreno a existência da tal
misteriosa e desaparecida capital
do Conventus Pacensis, uma das
grandes cidades da Lusitânia romana.
Nada mais havendo a acrescentar
nem para tratar em Beja,
assim se lavra a ata do mais fresquinho
não-assunto do momento.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Miguel Lemos no Sport Lisboa e Benfica



O Clube Desportivo de Beja informa que, o seu atleta da formação Miguel Bruno Carrasco Serafim Lemos, foi transferido para o Sport Lisboa e Benfica.
Ao Miguel, o Clube Desportivo de Beja deseja a maior sorte do mundo nesta nova etapa da sua vida, com a certeza que a mesma será repleta de sucessos desportivos e pessoais.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Mértola Linda Vila Alentejana



Mértola Linda Vila Alentejana


Nove freguesias tem

A Vila, uma ficaria,

Corte do Pinto e Santana
Espírito Santo e Alcaria


TENS O GUADIANA AOS PÉS

LINDA VILA ALENTEJANA 

OUTRORA JÁ FOSTE CIDADE
CUNHASTE MOEDA E FAMA

TENS MESQUITA TENS MUSEU

CASTELO E TORRE ROMANA

HOJE ÉS SEDE DE CONCELHO
MÉRTOLA VILA ALENTEJANA


São Sebastião dos carros

São João dos Caldeireiros

São Pedro de Sólis a Oitava
E São Miguel do Pinheiro


TENS O GUADIANA AOS PÉS

LINDA VILA ALENTEJANA 

OUTRORA JÁ FOSTE CIDADE
CUNHASTE MOEDA E FAMA

TENS MESQUITA TENS MUSEU

CASTELO E TORRE ROMANA

HOJE ÉS SEDE DE CONCELHO
MÉRTOLA VILA ALENTEJANA



sábado, 31 de janeiro de 2015

Grupo Coral e Etnográfico "Cubenses Amigos do Cante" - Ensaio Etnografic...





Um dos primeiros ensaios,com vista á Final do Concurso Nacional de Etnografia, realizado em Dezembro de 2010, em Leiria, patrocinado pela Fundação Inatel.
Os Amigos do Cante, classificaram-se em 2º lugar, com a atribuição de uma Menção Honrosa.


Em 2008 na Aula Magna da Universidade de Lisboa - ( Drº António Colaço, Mariana Casado e Álvaro Barriga)

http://aldeagar.blogspot.pt/2008/11/encontro-2008-8-e-9nov08-aula-magna.html

Cante alentejano - Candidatura a Património Imaterial

Cante Alentejano - Hino ao Alentejo - Alentejo Alentejo.

Serões do Alentejo Serpa de Guadalupe

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Diário do Alentejo Edição 1710

Editorial
Oswiecim
Paulo Barriga
É muito provável que já existisse.
Mas há 20 anos atrás
não dispúnhamos dessa
ferramenta amiga e amável chamada
GPS. O que tornava a vida
do viajante um nadinha mais complexa.
Mais sinuosa. Mas também
mais comunicativa. Ou interativa.
Principalmente porque os mapas da
Europa, os bons, em formato de livro,
vinham legendados nas línguas
pátrias. Era um desses que tínhamos
no porta-luvas do Opel Corsa.
E também tínhamos uma vontade
grande de zarpar de Beja por esse
velho continente fora. Vontades que
se juntaram no verão de 1995. Três
rapazes na casa dos vinte e poucos.
Sacos-cama. Latas de conserva e
música em quantidades generosas.
Passaportes. Calças de ganga e tshirts
e loucura em porções suficientes.
Itinerário aleatório ou dependente
de dois fatores fundamentais:
existência de pousadas de juventude
para a pernoita. Ou existência de folia
rija para a desnoita. Barcelona.
Marselha. Monte Carlo. Génova.
Insbruque. Budapeste. Praga.
Bratislava. Cracóvia. Sempre dando
voltas ao mapa. Avançando e invertendo
a marcha. Rindo e gozando o
pagode. Cracóvia há 20 anos. O recente
desmembramento da Cortina
de Ferro oferecia o mundo inteiro à
cidade. Que o recebia com a urgência
dos condenados. Festiva e insaciavelmente.
Ávida, como se não
houvesse amanhã. E a cidade retribuía
ao mundo oferecendo-lhe um
papa para Roma. Cracóvia, em acelerada
e eufórica regeneração, voltava
a estar no mapa. E também estava
no nosso mapa. Com um risco
vermelho por baixo. E uma seta
a apontar para lá. Muito perto de
Cracóvia existe uma pequena aldeia
rural chamada Oswiecim. Para lá
dos hortejos, dos rebanhos de gado
e de algumas plantações de milho,
nada. A não ser um velho quartel
de artilharia que o exército polaco
abandonara há muito. Um forte que
os alemães recuperaram durante a
ocupação da região da Alta Silésia.
Como nós, os nazis também não
souberam ler no mapa Osweicim.
Para facilitar as coisas chamaramlhe
Auschwitz. Em 1995, corriam
precisamente 50 anos sobre a libertação
dos campos de extermínio de
Auschwitz pelas tropas do Exército
Vermelho. Tinha passado meio-século
sobre o fim do maior crime alguma
vez cometido contra a humanidade.
Em nome da pureza da raça.
Da intolerância. Do segregacionismo
baseado no ódio. Auschwitz
tinha agora um museu tormentoso.
Bem perto da exaltada Cracóvia.
Onde regressámos em silêncio. Um
silêncio que ainda agora de alguma
forma nos preenche. Agarrado à
memória. Inamovível. Talvez seja
essa a nossa forma de homenagear
as vítimas da intolerância. As de
ontem. Como as de hoje.
Ao Arlindo Morais e ao
Francisco Sobral

domingo, 25 de janeiro de 2015

Porque as pessoas ressonam

Existem muitas pessoas que simplesmente não conseguem dormir com os sons da pessoa a ressonar. Mas ao ressonar pode acarretar problemas físicos para a pessoa que ressona como também psicológicos pois, passa a ser o culpado/a das insónias dentro da sua casa. Mas afinal porque as pessoas ressonam? Vamos tentar perceber.
Bem, a causa é a dificuldade em passar o ar pelo nariz e orofaringe, criando assim vibrações dentro do corpo e produzindo o ronco. A maioria das pessoas ressona por problemas relacionados com o nariz. Estes problemas podem ser diversos, podem ser genéticos, podem ser causados por alergias, constipações ou até mesmo obstrução das vias respiratórias por causa de drogas ou outros elementos químicos. Pessoas com excesso de peso são também mais propícias a ressonar, isto porque as suas vias respiratórias estão mais tapadas e o ar tem de fazer mais pressão para entrar, fazendo barulho ao mesmo tempo.
Porque as pessoas ressonam