segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Concurso de Azeites Prémio Ovibeja já atingiu o 1º lugar no “The World’s Best Olive Oils”



O Concurso Internacional de Azeites Virgem Extra – Prémio Ovibeja já atingiu o topo do “The World’s Best Olive Oils”, um ranking criado pelo alemão Heiko Schmidt, considerado um guru de renome mundial em matéria de azeite.

O Prémio Ovibeja   obteve o 1º lugar, ex aequo, com o prestigiado “Mário Solinas”, organizado pelo Conselho Oleícola Internacional (COI),  entre 16 concursos internacionais de vários países: Espanha, Itália, Chile, Japão, Estados Unidos, Suíça, China.

Este concurso cumpre as normas recomendadas pelo COI onde se destacam  os requisitos para apresentação e selecção das amostras de azeite, a classificação através de uma análise química e análise organoléctica efectuada por um painel de provadores. Faz ainda parte das regras que os azeites virgem extra sejam provenientes de um lote homogéneo de um mínimo de 3.000 litros.

Já na sexta edição, o Concurso passará a designar-se Prémio CA Ovibeja tendo o Crédito Agrícola como patrocinador exclusivo. As inscrições e    recepção de amostras de azeite estão abertas até 26 de Fevereiro. Os azeites selecionados – os melhores do mundo – vão ser provados, em primeira mão, pelos visitantes da 33ª Ovibeja que se realiza de 21 a 25 de Abril.

A organização do Concurso pertence à ACOS – Associação de Agricultores do Sul em parceria com a Casa doAzeite.

Noites de Lua Cheia 2016 - Beja


A primeira iniciativa Noites de Lua Cheia é já no próximo dia 23 de janeiro.

A partida está marcada para as 21 horas, do dia 23 de janeiro, na Casa da Cultura, local onde estará patente uma exposição fotográfica com os trabalhos do primeiro concurso "Noites ao Luar", entre 15 e 30 de janeiro.

Para esta caminhada onde o Azulejo será o mote, as inscrições podem ser feitas no facebook da União das Freguesias de Santiago Maior e São João Baptista, por e-mail, ou diretamente na sede da Junta.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

12ª Edição do Festival Terras Sem Sombra apresentada em Madrid




Festival Terras sem Sombra (FTSS) – Festival de música sacra do Baixo Alentejo, cuja 12.ª edição tem como título Torna-Viagem: o Brasil, a África e a Europa (Da Idade Média ao Século XX), realiza-se em Almodôvar, Sines, Santiago do Cacém, Ourique, Odemira, Serpa, Castro Verde e Beja, com início a 27 de Fevereiro, prolongando-se até  2 de Julho.

A programação do FTSS foi apresentada em Novembro no CCB, no âmbito da Mostra Espanha 2015, a convite do Governo espanhol, que tem vindo a mostrar um grande interesse e a colaborar activamente com o festival, estando, inclusivamente envolvido na apresentação do mesmo em Madrid.
Assim e em colaboração com a Agência de Promoção Turística do Alentejo, terá lugar no dia 11 de Fevereiro, pelas 12h00, uma conferência de imprensa, na Embaixada de Portugal em Madrid, com o propósito de promover o Festival e o Alentejo, levando à capital espanhola uma mostra do que existe na região.
Esta iniciativa, conta com o patrocínio do embaixador de Portugal em Espanha, Francisco Ribeiro de Meneses e será seguida de uma degustação de produtos regionais alentejanos. Estarão presentes os presidentes das câmaras municipais de todos os concelhos envolvidos no Festival e a equipa do FTSS.

Mas a promoção ao evento não irá ficar por aqui, no dia 13 de Fevereiro, e pela primeira vez, o Cante Alentejano poderá ser ouvido em Madrid. Num concerto que se realiza no Teatro do Círculo de Bellas Artes – um dos mais prestigiosos espaços culturais da capital espanhola – com os Cantadores de Vila Nova de São Bento (Serpa) e os Ganhões de Castro Verde. Estará igualmente presente um instrumento muito associado ao Cante, a viola campaniça, interpretada pelos Moços D`uma Cana.

Diário do Alentejo Edição 1760

Editorial
Acontecimentos
Paulo Barriga

As pessoas, a maior parte
delas, não sabem nem sonham
como é problemático
fazer um jornal. Em particular,
um jornal de proximidade.
Como este. Para a grande maioria
dos leitores, um jornal é uma espécie
de álbum de cromos. Uma
coleção de notícias, de artigos, de
fotos e de outros materiais editoriais
que, no final, dão no que dão.
Sendo que a prática jornalística se
situa e esgota nesse meio-termo
entre a caça e a coleta de acontecimentos
que possam vir a originar
notícias. Embora ótima, é redutora
e bastante simplista esta visão
que ainda hoje se tem dos jornais.
Logo à partida pela simples distinção
entre o que é “acontecimento”
e o que pode resultar em “notícia”.
Uma tragédia, qualquer que
ela seja, é um acontecimento. Um
acontecimento tanto mais pungente
quanto mais ele estiver próximo
de nós. Um atropelamento
ligeiro na passadeira frente ao
Liceu de Beja é um acontecimento
que dará notícia no “Diário do
Alentejo”. O ataque de um homem
bomba numa rua de Istambul,
nem por isso. A proximidade, seja
ela afetiva ou emocional, seja ela
geográfica ou temporal, é uma boa
chave, mas não a resolução definitiva
para o complexo enredo que se
esconde por detrás do desenho de
um jornal. Mesmo que a proximidade
em relação aos acontecimentos
se constitua como uma boa
ajuda na seleção de matéria-prima
para as notícias, a proximidade
face aos protagonistas, principalmente
em jornais regionais, como
é o caso, é uma espécie de ópio.
Ao jornalista não se exige apenas
que colecione acontecimentos/notícia,
pede-se-lhe que o faça com
ética, com independência, com
isenção… Pede-se-lhe, afinal, que
faça uma condução sem derrapagens,
embora se saiba que o poder
é inebriante e que ainda mais
embebeda quando mora na porta
ao lado. E que gosta de espreitar
para dentro dos jornais pelo buraco
da fechadura. Não é fácil. Não
é nada fácil fazer um jornal. Mas
é possível. Mesmo hoje que os jornais
estão a ultrapassar uma crise
sem precedentes. Mesmo quando
tudo aquilo que sempre se exigiu
com grande rigor e profissionalismo
aos jornalistas dos jornais
afinal esteja agora ao alcance
de qualquer um no mundo digital.
Este é o tempo em que tudo, mas
mesmo tudo, é notícia. É o tempo
em que todos, mas mesmo todos,
são jornalistas. É o tempo em que
o emissor é anónimo, a notícia é
anódina e o destinatário é anómalo.
É o tempo de regressar aos
jornais. Rapidamente e em força.
As pessoas, a maior parte delas,
não sabem nem sonham como é
importante continuarem a existir
jornais. Em particular, jornais de
proximidade.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Airbus 340-500 estacionado na placa do Aeroporto de Beja






Chegou hoje o primeiro avião da transportadora Hi Fly para estacionamento no Aeroporto de Beja.
A aeronave, um Airbus 340-500,  vindo de Helsínquia, já está estacionado na placa do da Capital do Baixo Alentejo.
O aldeagar registou o momento!

Passeio TT - Tomina 2016 - 24|jan


Mais um Evento Tomina, a realizar-se no dia 24 de Janeiro, passeio Offroad. Traga o seu veículo todo o terreno e venha divertir-se na companhia da Comissão de Festa da Tomina 2016.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Look, Listen & Feel - 14|jan|16 - Beja



O Look, Listen & Feel é um evento organizado para a Unidade Curricular de Marketing e Publicidade, pelos alunos do 3º ano da Licenciatura em Educação e Comunicação Multimédia do Instituto Politécnico de Beja. 
Tema da 6ª Edição: Comunicação Audiovisual: Som e Imagem
Conta com uma mesa redonda com convidados especiais, um beberete com animação musical e uma exposição de fotografias.
Mais informações na página de facebook: https://www.facebook.com/looklistenfeel.ecm
ou no site:



sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Fábio Lagarto & Ruben Baião nas Neves 9|jan|16


Diário do Alentejo Edição 1759

Editorial
Belém
Paulo Barriga

Já tentei ver um debate a
dois ou a todos entre os
candidatos à Presidência
da República. Não consegui. São
momentos tortuosos e de difícil
ruminação. O assustador é que o
andor ainda vai no adro. Parece
que estão agendados mais de
vinte encontros televisivos entre
proponentes a Belém. Mas o
que se prevê são duas dezenas de
sessões de tortura com requintes
medievais. É dose. Em quarenta
e tal anos de eleições livres
em Portugal, esta que se
avizinha tem tudo para bater recordes
no que toca ao desinteresse
e ao aborrecimento. A começar
pela própria “figura” do
Presidente da República. Uma
personalidade/instituição que
joga na segunda divisão do campeonato
do aparelho do Estado.
Sem graça, nem chama. Que dizem
possuir uma bomba atómica,
mas que nem um estalinho
de Carnaval ousa rebentar.
A nossa história recente diz-nos
que o Presidente da República é
como aqueles rapazes que são os
donos da bola mas que, por imperícia
e desengonço, ou ficam
no banco ou passam ao lado do
jogo. Neste particular, o último
Presidente da República foi e
ainda continua a ser um verdadeiro
mestre da pateirice. Basta
relembrar as sucessivas fífias
que cometeu durante a última
jogatana para formar governo.
O povo ainda continua embaçado,
mas não são as rabanadas
do Natal, nem o espumante
rasca do ano novo que lhe provocam
azia: são os excessos da
política. É muita e muito má política
em tão pouco tempo. Uma
overdose que, também ela, está
a contribuir para o penadoiro
que está a ser esta pré-campanha
plasmada em debates televisivos.
Isto para nem falar,
obviamente, dos candidatos à
coisa. Dez. Duas mãos-cheias.
É a democracia a funcionar no
seu pleno, dirão os otimistas
do regime. Embora na maior
parte dos caos mais pareça que
é o oportunismo mediático que
está a funcionar em pleno. Deste
grupo ainda não sobreveio uma
ideia, uma luz, uma piada de
jeito, sequer. Não é que grandes
ideias, luminosas e giras,
possam surgir numa campanha
para um cargo que é cada mais
figurativo e cada vez menos fundamental.
Infelizmente. Cujas
principais tarefas são mandar
pintar um retrato para colocar
na parede da sala e enfiar colares
em pescoços de amigos. Até
ver, nesta desengonçada corrida
para Belém, cujo significado bíblico
é “casa do pão”, todos se
perfilam para mandar, mas nenhum
parece ter razão.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Diário do Alentejo Edição nº 1756


Editorial

Paixão

Paulo Barriga

O jornalismo apenas se aparenta à literatura quando é apaixonado. Estas palavras pertencem à escritora francesa Marguerite Duras. E, embora velhas com mais de 30 anos, fazemos hoje delas uso para abordar o iminente estado de colapso a que chegou a imprensa escrita portuguesa, em particular os títulos de expressão dita “nacional”. Esta semana deixaram de se publicar dois jornais. Um diário, o “I”, e um semanário, o “Sol”. Há igualmente fortes indícios de que o “Diário Económico” não se aguentará por muito tempo. E o “Público” tem em marcha um programa de rescisões que o conduzirá da sua atual pobreza a qualquer coisa muito próximo da insignificância. Sobre esta matéria, o debate está rijo, ativo, embora centrado nas “consequências”. Quando são as “causas” que deveriam estar a preocupar os agentes do setor, em particular os jornalistas. É evidente que sempre que desaparece um jornal há um vazio que se instala. Um vazio a dois tempos: cultural e social. Cultural pelo silenciar das vozes que habitavam as suas páginas. Social pelas questões laborais que a situação acarreta. Mas este vazio bipartido espelha apenas e tão só as “consequências”. São as lágrimas a escorrer sobre o leite derramado. O que interessa saber e discutir e perceber é por que razão fecham os jornais? Por que razão perdem leitores? Por que razão não cativam anunciantes e não geram valor? Muitas serão as justificações para o descalabro. Umas estruturais, outras mais particulares. Mas há uma que, a olhos vistos, se destaca. As pessoas deixaram de ir ao quiosque porque os jornais “nacionais” não lhes oferecem nada de novo. São apenas um repositório, organizado em secções, de notícias remastigadas. De assuntos se não mortos, pelo menos moribundos, em função da trituração que até à sua publicação em página sofreram nos canais de divulgação imediata. A principal tarefa do jornalismo é contar histórias. E as histórias não são como a maçã de Newton. Não caem de maduras sobre as secretárias dos jornalistas. Estão na rua, misturadas com a multidão, carecem de serem lapidadas, examinadas, refletidas, investigadas, aprofundadas. Carecem de tudo aquilo que hoje os jornalistas portugueses não praticam e que Marguerite Duras resumiria numa só palavra: paixão. As pessoas não compram jornais porque neles nada de apaixonante encontram. Os jornais deixaram de ter “literatura”, que é a mais romântica das maneiras de dizer sedução e graça. Seria absurdo não admitir razões empresariais e organizacionais a implicar também em todo este desamor, mas é no seio da profissão que ele se revela com maior exuberância. E o amor, como se sabe e agora se constata, é f…


Um “monumento mártir”

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Santuário mariano de Messejana é uma obra fundamental do Barroco

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Ermida de Nossa Senhora da Assunção
foi alvo de arrombamento e furto



Quando realizavam uma tarefa de rotina nos arredores, em 20 de Novembro passado, funcionários da Câmara Municipal de Aljustrel depararam com as portas abertas da igreja. Desde que há registo de furtos, é a sexta vez que o edifício, classificado como Monumento de Interesse Público, mas em deficiente estado de conservação, sofre a investida dos ladrões. Uma situação que o Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja classifica como “preocupante”. Além das perdas patrimoniais a lamentar, o assunto semeia a inquietação entre a população.
 

sábado, 19 de dezembro de 2015

Monumento ao 25 de Abril no Parque Eduardo VII



Este monumento comemorativo dos 25 anos da Revolução de Abril fica situado no cimo do bonito Parque Eduardo VII, perto do Marquês de Pombal, em Lisboa. Concebido a partir do pedestal destinado à estátua equestre do Santo Condestável, este conjunto escultórico é constituído por fragmentos de pedra, por vezes em bruto. Quer a partir do núcleo vertical, quer sobre as traves corre a água de uma fonte aí instalada. O núcleo desdobra-se por outros pedaços de pedra que se dispersam pelo espelho de água, onde a obra se localiza. Em frente a este núcleo, sobre um plinto em dois patamares, encontra-se um outro elemento cuja coloração e discurso formal o aproxima da estilização de um cravo. No conjunto das peças de arte existentes no Parque Eduardo VII, o polémico monumento da autoria de João Cutileiro surge como obra de um novo tempo político e cultural.

"In guia da cidade"

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Vem dar uma voltinha e beber um copo com os amigos.


SARAU "Patinagem Artística” - Beja



 
No próximo dia 19 de Dezembro (amanhã), o Pavilhão Municipal de Beja “João Serra Magalhães” irá ser palco de mais um grande evento do Clube de Patinagem de Beja.
 
O Sarau do CPB tem início a partir das 21:00h, e reúne num só espetáculo diversos atletas de todas as disciplinas existentes no Clube, e de todos os seus escalões.
 
Este espetáculo irá contar com a presença e participação especial do Campeão da Europa 2013 em Dança e Solo Dance Júnior, Emanuel Salvadinho, que recentemente participou com grande sucesso no programa televisivo “Got Talent Portugal – 2015”.
 
A iniciativa é uma organização do Clube de Patinagem de Beja, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Beja e do Crédito Agrícola.
 
O CPB tem o maior prazer em convidar todas as pessoas que queiram assistir a este evento, e informa que se trata de um evento de entrada livre.