segunda-feira, 15 de agosto de 2016

As Chamas de um Incêndio, Junto ao Mercado Municipal de Beja, Consomem Casa Devoluta







Mais informações no Lidador Notícias

sábado, 14 de maio de 2016

RAID BTT ALVALADE PORTO COVO 15 maio 2016


III Beja Romana de 20 a 22 de maio 2016

O que precisa saber!

Diário do Alentejo edição 1777


Editorial

Ideologia

Paulo Barriga

Isto não tem nada de conjugal
ou de doméstico, mas a verdade
é que os políticos defendem
as… políticas. Aliás, não há
políticos sem políticas e a única
grande certeza que norteia este
enlace é que serão as políticas
que, mais tarde ou mais cedo, poderão
tramar os políticos, produzir
desgaste, obrigar ao divórcio
ou até mesmo à desgraça. Outra
questão fundamental entre nubentes:
existem políticas mais
marafadas do que outras, mais
daninhas, mais tramadas de aturar.
A reavaliação do financiamento
do Estado aos colégios privados
está a revelar-se uma dessas
políticas verdadeiramente travessas.
Na aparência, não há quem
lhe aponte um dedo: nos locais
onde chega a rede de serviço público
de ensino, o Estado não deve
comparticipar financeiramente o
funcionamento de escolas privadas.
Por mais desatento que ande
nesta vida, qualquer ser dotado de
sensatez dirá que se trata de uma
política justa, democratizante, integradora.
Mas como as aparências
costumam iludir, é preciso ir
com mais calma, com mais moderação,
no que respeita à avaliação
do carácter desta política. Até porque
há outros políticos que acham
que a livre escolha entre o ensino
público e privado e as espectativas
que alguns pais tinham em relação
ao percurso escolar dos seus
filhos não devem ser atraiçoadas
por este tipo de políticas cegas e
meramente economicistas. Este
é o típico caso de uma só política
que é batalhada por dois pretendentes
que não se topam, nem por
nada deste mundo, nem do outro.
E, de facto, esta é uma guerra de
mundos, como há muito se não
via no território político português.
Por um lado, os políticos que
defendem um Estado maior, mais
abrangente e funcional. Por outro,
aqueles que sustentam políticas
facilitadoras da economia de mercado
pura e dura e a primazia dos
agentes privados sobre o Estado.
Bem vistos e melhor compreendidos
os interesses em jogo, a guerra
que está reavivada em torno do financiamento
dos colégios é tão-somente
a peleja fundamental entre
as duas linhagens fundadoras do
parlamentarismo político: a esquerda
e a direita e as visões mais
ou menos conservadoras que cada
uma tem sobre a função e a qualidade
do Estado. Ou seja, mesmo
sem talvez se aperceberem, os políticos
portugueses parecem estar
a regressar ao fundamental
da sua existência, à ideologia, que
é a única maneira de tornar verdadeiramente
às pessoas e evitar
que estas virem as costas às políticas
dos políticos. E nem é necessário
ser grande político nem ter
frequentado um colégio privado
para perceber o alcance da coisa,
pois não?

Clube Desportivo de Beja em ano do Centenário


Dia 14 de Maio de 2016, 18H00 
Complexo Desportivo Fernando Mamede (Relvado)
FUTEBOL - VETERANOS
Clube Desportivo de Beja - Sporting Clube de Portugal
Entradas GRÁTIS!!!



Antes, às 17h00 vai realizar-se um jogo do escalão de Benjamins, CD Beja "A" - NS Beja
Uma demonstração de Muay Thai e ainda com a presença da Banda da Capricho Bejense que irá tocar o hino do CD Beja.

Diário do Alentejo Edição 1776

Editorial   
A Europa no seu labirinto

Paulo Barriga 

A Europa está em transe e
não é preciso auscultá-la
muito profundamente para
confirmar a sua agonia. A incapacidade
para resolver e para lidar com
as crises financeiras que estalaram
nos países da periferia foi apenas
o primeiro sintoma, o primeiro sinal
de alerta, de uma enfermidade
que se julgava leve e localizada, mas
que, afinal, tinha metástases espalhadas
por boa parte do seu organismo.
Maleita que a crise dos refugiados
veio evidenciar ainda mais,
deitando por terra a maior realização
política e económica da história
da Europa no pós-guerra: a livre circulação
de pessoas, bens, serviços
e capitais num território comum.
Mas se o reerguer de fronteiras já
de si é um péssimo indício da gravidade
da doença que tolhe a União
Europeia, ainda mais aterrorizador
é a retomada de muros cautelares
que, nalguns casos, envergonhariam
as próprias SS. Ou talvez não,
uma vez que os populismos, os nacionalismos,
os segregacionismos
e a intolerância fazem hoje parte
do cardápio de vários governos europeus
e alastram como uma epidemia
descontrolada entre largas
franjas da população do velho continente,
numa onda contagiosa que
se alimenta essencialmente da austeridade,
da precaridade, da instabilidade
e do medo. Sim, do medo.
Do medo em todos os seus diferentes
valimentos. Mas especialmente
do medo de proximidade. O terror
instalou-se no coração da Europa e,
por muitas narrativas que se produzam
a este respeito, trata-se de uma
produção caseira e não de uma importação.
Não perceber esse detalhe,
ou melhor, não estudar em profundidade
as razões que levam alguns
cidadãos europeus à radicalização e
ao extremismo, é continuar a manter
a cabeça enterrada na areia dos
desertos da Babilónia. O que, mais
tarde ou mais cedo, episódio após
episódio, levará a Europa, também
ela, à radicalização, ao desespero e,
até, à desagregação. Na realidade, a
Grã-Bretanha, ao promover um arriscado
referendo sobre a sua continuidade
no projeto europeu, o
chamado “brexit”, está a dar o primeiro
passo, o primeiro empurrão
nas costas da Europa, rumo
ao precipício. Faz por estes dias 20
anos que estive pela primeira vez
em Bruxelas. Era a altura das vacas
gordas, dos alargamentos e do otimismo
europeísta. Passadas duas
décadas e muitos milhões de euros
depois, Bruxelas é uma cidade acabrunhada,
triste e numa perigosa
deriva. É o espelho da atual Europa,
no seu labirinto. O problema é que
aparenta não encontrar a ponta do
novelo que a conduza à saída. E parece
que, em vez de um, são muitos
os minotauros que lhe estão a sair
ao caminho.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Diário do Alentejo Edição 1775


Editorial

Costistão

Paulo Barriga 

Não restam dúvidas que António Costa é um político completo. Humilde nas cedências, mas imodesto no momento das colheitas. Calculista e pragmático como poucos, embora suficientemente delicodoce no trato. Perspicaz, ainda que não contemplativo. Enfim, o atual primeiro-ministro de Portugal, quer pela forma como chegou, quer pela maneira como se vai aguentando, tem-se revelado um verdeiro todo-o-terreno, capaz de descer à mais ingreme das escarpas e de superar os penedos mais inóspitos da política pátria. António Costa dá o corpo ao manifesto, é um duro, mas não deixa de ser um menino de coro à beira de Marcelo. Costa consegue fazer milagres à esquerda, mas é o Professor que abre os telejornais. Costa inverte o ciclo da austeridade, mas é com o Presidente que o pessoal pretende tirar a selfie. Costa carrega o piano às costas, mas é Marcelo que toca a marcha. E a música é sempre a mesma, inclusivamente no Alentejo, região que, nos tempos que correm, bem podia levar o epíteto de “costistão”. É que nunca, em nenhuma outra votação para a Assembleia da República, uma coligação parlamentar obteve tamanha vitória nas urnas, como esta que Costa conseguiu nas eleições do ano passado. Mais de 76 por cento dos eleitores de Beja, Évora, Portalegre e Setúbal que votaram em outubro último, fizeram-no nos partidos que suportam o Governo, o que é inaudito em Portugal. E o mais curioso, depois de observar os investimentos que o executivo tem planificados até 2020 para o País e para o Alentejo, é que parece que Costa ainda não se deu conta desse “pequeno” detalhe. Mas se Costa ainda não reparou que existe um “costistão”, Marcelo mancou-o ao longe. Vai daí, na sua primeira presidência fora de Portas, rumou ao Alentejo, a região que lhe foi eleitoralmente mais adversa, e deu um banho de política a Costa. Ao ponto de tudo o que de positivo este Governo vier a fazer pelo Alentejo se ficar a dever aos pinotes de Marcelo, ao ponto de tudo o que Costa deixar de fazer pelo Alentejo lhe poder vir a ficar marcado no cadastro como um ferrete em brasa. Como é o exemplo acabado da eletrificação da ferrovia entre Casa Branca e Beja, ligação hoje servida por uma automotora inqualificável que Marcelo quis mostrar e mostrou a Costa, num gesto que fez mais pelo futuro dos comboios na capital do Baixo Alentejo do que todas as berrarias que até aqui se tinham ouvido. António Costa é um duro, mas ainda não suficientemente duro para apanhar o comboio de Marcelo.

Jogos Tradicionais no Castelo de Beja no Dia da Cidade


A Comissão de Festas da Cidade promove no dia 5 de maio, a partir das 10h30, no Castelo de Beja, Jogos Tradicionais. Neste dia em que se celebra o Dia da Cidade, a animação musical estará a cargo das Vozes do Sul.

Festa do Azulejo - Beja - 2016

A Associação de Defesa do Património de Beja (ADPB) vai promover no dia 4 de maio mais uma edição da Festa do Azulejo.

Com o objetivo de mostrar e alertar a população para a importância e riqueza do património azulejar do concelho, a Associação de Defesa do Património de Beja promove também os prémios SOS Azulejo.

O projeto SOS Azulejo conta com o apoio de vários parceiros como a Direção Geral do Património Cultural, a Associação Nacional de Municípios Portugueses, a GNR e a PSP, bem como a comunidade escolar bejense.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Diário do Alentejo Edição 1774

Editorial
Um caso
Paulo Barriga

É, para não dizer outra
coisa, muito esquisito imaginar
a Ovibeja, excluindo
de tal pensamento a figura de
Manuel Castro e Brito. Não esteve
sozinho nesta caminha de
trinta e tal anos, mas não deixou
de ser ele, e penso que isto é consensual,
o principal instigador, o
grande mentor, deste fenómeno
altamente bizarro que é a Ovibeja.
Por isso mesmo é tão difícil desfazer
o binómio Ovibeja/Castro e
Brito, sem temer pela primeira e
sem recordar com nostalgia o segundo.
Este é o tempo do elogio
generalizado ao Manuel Castro e
Brito e de ovação à sua obra. Mas
este também deverá ser o tempo
de parar para pensar sobre o homem
e sobre a sua criação, para
garantir que ela, a criação, possa
sobreviver ao seu criador. Hoje
em dia as pessoas olham para a
Ovibeja como uma feira banal,
igual a tantas outras que acontecem
por esse país fora. É verdade.
Mas o que a maioria das pessoas
talvez não saiba é que as feiras que
por aí existem são cópias, mais ou
menos fiéis, da Ovibeja, cujo modelo
tem sido abundantemente replicado
desde meados de 1980.
Mas se o modelo da feira, que está
bem à vista de todos e que hoje já
não guarda grandes segredos, tem
sido reproduzido com eficácia, o
mesmo não acontece no que respeita
ao sucesso e à visibilidade
que cada evento, por si, consegue
granjear. Neste ponto, a Ovibeja
é inimitável. Imbatível. E é precisamente
e também aqui que entra
o dedinho de Castro e Brito. Que,
desde a primeira hora, percebeu
que o êxito de uma feira, qualquer
que fosse a sua temática ou
motivo, passava de forma inevitável
pela sua eficiência comunicativa.
Muito antes de as agências de
comunicação e imagem começaram
a fazer dinheiro em Portugal,
já a Ovibeja trabalhava ao pormenor
a sua marca, produzia publicações
próprias, campanhas publicitárias,
instituía gabinetes de
imprensa que eram verdadeiras
escolas de jornalismo e enchia autocarros
com repórteres das publicações
de Lisboa que se juntavam
na feira, ou na festa, aos profissionais
dos órgãos de comunicação
locais. A Ovibeja foi, durante
muitos anos, dos acontecimentos
neste país com mais jornalistas
por metro quadrado, dos eventos
mais mediatizados e, por consequência,
aquele que os políticos
pátrios e os demais emplastros
de serviço jamais dispensaram.
A Ovibeja, pelas mãos de Castro
e Brito, obteve um alcance mediático
incomparável, o que faz dela,
inquestionavelmente, um “caso de
estudo” no campo dos media. Um
caso singular e valioso que é necessário
estudar a fundo para que
quem vier de novo não se esqueça
do fundamental da matéria.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Presidente da República homenageia Castro e Brito na 33ª Ovibeja

A 33ª Ovibeja abre portas ao público já esta quinta-feira, 21 de Abril, a partir das 11h00. A sessão de abertura está agendada para as 16h00 na presença do Ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos.

Esta edição da Ovibeja é marcada pela ausência física do seu mentor, Manuel de Castro e Brito, falecido recentemente, que vai ser evocado em dois momentos. O primeiro decorre durante a sessão inaugural, no Auditório do NERBE.

O segundo momento de homenagem a Manuel de Castro e Brito, a que se associa o Presidente da República, acontece no sábado, dia 23 de Abril, numa acção repleta de simbolismo que vai acontecer, a partir das 15h30, na Alameda Principal da Ovibeja.



sexta-feira, 15 de abril de 2016

Diário do Alentejo edição 1773

Editorial
Cheiro
Paulo Barriga

Está a ser boa, mesmo arrebatadora,
a representação
que as virgens de serviço
estão a desempenhar na
tragédia dos “Papéis do Panamá”.
É impressionante, por vezes comovente
de levar às lágrimas, a
forma como estas castas almas
se expõem em público, dramatizando
a sua perplexidade e teatralizando
com perfeito rigor a
sua incredulidade face à existência,
agora finalmente comprovada,
das forças do mal que imperam
a seu bel-prazer no reino
dos offshores. É vê-las, às virgens
de serviço, sobre os palcos dos noticiários
televisivos, arrepelando
os cabelos, bradando aleivosias
aos céus, blasfemando contra as
malfeitorias que os paraísos fiscais
infligem às nações soberanas,
aos mercados regulados, às
economias que se deixam tributar
e, acima de tudo, aos pacóvios
que, por serem tesos, pagam ingénua
e ordeiramente a dízima que
lhes cabe. Até o mais consagrado
dos atores profissionais terá de reconhecer
a sua incapacidade para
desempenhar com tamanho rigor
e aprumo este difícil papel de
donzela intacta e pura. Este papel
não, este papelão que ex-governantes,
políticos assim-assim,
economistas e fiscalistas de duvidoso
gabarito, pseudojornalistas
“especialistas na matéria” e demais
comentadores do fenómeno
económico estão a cumprir nas
televisões de Portugal. É que parece
mesmo verdade quando eles
abrem muito a boca e arregalam
ainda mais os olhos em reação de
surpresa face à existência de paraísos
fiscais. Como se nunca na
vida tivessem ouvido falar em tal
coisa. Como se não soubessem
como a coisa funciona e, acima
de tudo, como se não conhecessem
ninguém nas suas cercanias
que da coisa fizesse uso. Uma perfeição.
Não se tratasse de um teatro,
e as pessoas bem poderiam
conceber quão deslavadas são as
caras que vão à televisão falar de
fugas ao fisco, de injustiça fiscal,
de branqueamento de capitais ou
de lavagem de dinheiro. Correndo
o risco, muitas delas, de hoje desempenharem
o papel do comentador
e de, amanhã, passarem a
ser o centro da notícia. Daí que
não se cansem de alertar para o
facto de que nem tudo o que se
passa nos offshores é ilegal. Que é
necessário separar as águas. Mas
que ainda não tenham encontrado
um único argumento para justificar
a passagem de dinheiro pelos
paraísos fiscais que não roce o
crime, a ilicitude e a imoralidade.
Os antigos costumam dizer que “o
dinheiro não deita cheiro”. Mas
estes “Papéis do Panamá” vieram
dizer o contrário. Vieram dizer
que o dinheiro deita cheiro. Muito
cheiro. Um cheiro nada agravável.
Mesmo nada agradável.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

XVIII FEIRA DO MEL QUEIJO E PÃO 22 a 24 abril 2016


O programa será disponibilizado brevemente!

Festa das Santas Cruzes das Santas Cruzes

Quinta-feira, 28 de abril
14h00 - Início da Sonorização
16h00 - Visita e bênção das Santas Cruzes
17h00 - Oração à Santa Cruz na Santa Cruz do Lar de S. Bento
20h00 - Inauguração das iluminações
20h30 - Eucaristia na Igreja de S. Bento, presidida pelo Cónego Domingos, Vigário Geral da nossa Diocese
21h15 - Solene Procissão em honra de S. Bento, trazendo a imagem de S. Bento pelas ruas da nossa terra até à igreja de S. Francisco no final da Procissão teremos a pregação pelo Sr. Cónego Domingos
00h00 - Baile com Ruben Baião (org: Associação de Jovens de Vila Nova de S. Bento (Palco Miguel & Miguel))

Sexta-feira, 29 de Abril
08h00 - Alvorada
11h45 - Terço da Misericórdia na Igreja de S. Francisco
15h00 - Oração à Santa Cruz na Santa Cruz da comissão de festas
19h00 - Eucaristia na Igreja de S. Francisco
21h30 - Desfile dos ranchos corais e visita às Santas Cruzes
00h00 - Espetáculo Musical Duo Tânia & Teresa & Banda Emanuel Martins e Válter Cabrita

Sábado, 30 de abril
08h00 - Alvorada
09h00 - Eucaristia na Igreja de S. Francisco
10h00 - Animação infantil "Sorriso ao Quadrado" animação eventos e serviços (Largo da Junta)
10h30 - Arruada com Bombos Alen'Ritmo
*arruada com Fanfarra dos Bombeiros Voluntários da Vidigueira
*arruada com Bandinha do Castelo
11h00 - Carne assada (Largo da Junta)
11h45 - Terço da Misericórdia na Igreja de S. Francisco
15h00 - Rancho Folclórico de Alverca - desfile
*Bandinha do Castelo
*Bombos Alen'Ritmo
18h00 - Grupo musical popular Devaneios (Palco Miguel & Miguel)
19h00 - Eucaristia Vespertina na Igreja de S. Francisco
21h30 - Atuação do grupo ELEMENTRIX Hip Hop Fusion Dança Moderna
22h30 - Espetáculo de Variedades Lucas & Matheus (Palco Casa Cubaixo)
00h00 - Fogo-de-artifício
00h30 - Banda Design 
05h00 - DJ Daniel K (Palco Casa Cubaixo)(org: Associação de Jovens de Vila Nova de S. Bento)

Domingo, 1 de maio
08h00 - Alvorada
09h00 - Eucaristia dominical (Igreja de S. Francisco)
10h00 - Procissão em Honra de S. Bento, da igreja de S. Francisco até ao Cruzeiro, chegados ao Cruzeiro teremos Eucaristia Campal
14h00 - Atuação do grupo ELEMENTRIX atuação Hip Hop Fusion Dança Moderna
15h00 - Oração à Santa Cruz na Santa Cruz do Lar de S. Bento
15h15 - Baile com Nossa Banda
18h30 - Inicio do mês de Maria 
Rosário na Capela do Cruzeiro

Queres Aprender a Patinar?