segunda-feira, 25 de maio de 2015

4º Passeio de Clássicas - 31 maio Cabeça Gorda



Inscrições Limitadas (100):

SÓCIOS 10 Motores
NÃO SÓCIOS 15 Motores
Tlm. 963 790 715 
Mail. demoniossobrerodas@ hotmail.com

Brindes Pequeno Almoço, Reforço, Almoço. 
E muito divertimento!!!
CONCENTRAÇÃO: 09.00H - PARTIDA: 09.30H
LOCAL DA CONCENTRAÇÃO: 
Praça Magalhães de Lima - Cabeça Gorda

Zumba Solidária 30 maio - Beja

Oferecido e proporcionado por vários instrutores de ginásios da nossa cidade a Zumba Solidária alia a actividade física a uma causa solidária. 50% da receita reverte para a Cáritas Diocesana de Beja e para as causas em que trabalha diariamente.
Próximo sábado a não perder integrado na gala da Associação Muay Thai Beja e com sunset a seguir com o DJ Frederico Barata. Vamos ajudar a Cáritas de Beja! ZUMBAAAAA!
 

II Festival do Caracol 29 a 31 de maio 2015 Cuba

Programa do Festival do Caracol 2015

DIA 29 – Sexta- Feira 
18h – “A Helicicultura em Portugal… uma oportunidade de negócio no PORTUGAL 2020” – Workshop
20h- Atuação de 3 grupos corais (Amigos do Cante. S. Luís de Faro. Flores do Alentejo)
21h- Musical EBI- “ Em busca de Sto. António”
22h- Pedro Mestre
23h- VIRGEM SUTA
00.30h- Dj Seven com Zick Live Percussion

DIA 30 – Sábado
09h30 – Expedição a Cuba em R4 – Encontro no Parque Manuel de Castro
18h00 – Atuação de 3 grupos corais (Ceifeiros de Cuba, Amigas do Campo, Bafos de Baco)
18h30 – Concentração da expedição R4 - Largo da Bica
19h30 – Atuação do Grupo CANTA’Í
21h00 – “Lado Lunar”
23h00 – ÍRIS
01h00 – Dj B.Junior

Dia 31 – Domingo
19h30 – atuação de 3 grupos corais (Raízes do Cante, Seca Adegas, Grupo Coral da adega Cooperativa)
20h30 – “Fábrica da música”
22h00 – ANONIMATO

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Diário do Alentejo Edição 1726

Editorial
Quarta
Paulo Barriga

Naquele tempo é que era.
Agora, parece que é tudo empacotado,
tipo refrescos Alsa
Drink ou pudins Boca Doce. É só juntar
água e já está! Naquele tempo é que
elas doíam. Tínhamos de cantar a tabuada
de trás para diante, de saber as estações
de caminhos-de-ferro na ponta
da língua e da linha, os reis de antigamente,
as serras e os rios da metrópole e
as províncias do ultramar como se não
houvesse amanhã, as irregularidades
dos verbos de forma regular… Naquele
tempo, a Quarta Classe fabricava homens
e mulheres para a vida ainda que
a vida fosse o que era. Obter a Quarta
Classe, após rigorosa examinação, com
direito a diploma em papel timbrado e
assinatura atestada sobre selo fiscal, era
sinónimo de conhecimento e de preparação.
Agora, parece que é tudo instantâneo.
Mas será mesmo? A minha
filha Maria esteve entre os 103 mil alunos
que esta semana realizaram as provas
de exame às unidades curriculares
de Português e de Matemática do 4.º
ano. Ao contrário dos avós, que poderiam
muito bem ser os autores de tudo
o que se disse até aqui, fez dois exames
e não apenas um. Isto para além das
provas de conhecimento que, internamente,
ainda terá que prestar a estas
mesmas matérias, assim como a
Estudo do Meio. É verdade, reconheçamos,
que não lhe pedirão no carvão do
lápis o nome das estações de comboio, o
que não imporia grande dificuldade em
função da aniquilação da rede ferroviária,
nem a denominação das regiões de
além-mar. Mas, quem olhar com atenção
e com desprendimento para os atuais
programas curriculares do 4.º ano,
com facilidade admitirá que as matérias
de hoje são aquelas que esgotámos,
a custo, no final do 6.º ano e, nalguns
casos, até mais adiante. Seria maçador
estar aqui a dissecar o extenso e complexo
plano de conteúdos adotado para
este nível de ensino, mas não deixa de
ser imperioso realçar algumas consequências
deste elaborado atentado.
Para dar vazão à matéria, os alunos entram
todos os dias às nove horas e saem
às 17 e 30, como qualquer bom trabalhador.
Chegam a casa e ainda têm, pelo
menos, mais duas horas de labuta suplementar.
Fins de semana, nem vê-los.
À antiga, Nuno Crato pode julgar que
está a produzir os homens e as mulheres
do futuro. Competentes, sabedores,
empreendedores, prontos a integrar as
engrenagens da máquina trituradora.
Mas está a esquecer o mais importante:
uma criança de 10 anos que não tem
tempo para ser precisamente criança,
para brincar, para sonhar, será sempre
um adulto diminuído. E tão ou mais
grave do que roubar a infância a todas
estas crianças, o esforço colossal que o
ministro lhes exige é perverso. Os pais
que não tem condições, por variadas
ordens de razão, nomeadamente culturais
ou financeiras, para dar acompanhamento
aos filhos, podem ter a
certeza que a exclusão começa hoje
mesmo. Esta escola, ideologicamente
alicerçada sobre a ortodoxia da exigência,
não é para todos. Tal como não era
no tempo em que elas doíam.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Semana Académica de 20 a 23 de maio 2015 Beja

Semana Académica de Beja 

De 20 a 23 de Maio.

Pulseiras já á venda na sede da AAIPBeja (ESTIG)

toda a informação em


XI Raid BTT - Terras de Mato 24 maio 2015 - Cabeça Gorda


Festival Islâmico - 21 a 14 maio 2015 - Mértola



Editorial
Sebastião
Paulo Barriga

Durante muitos anos defendi
a criação de uma região
administrativa para
o território da antiga província do
Baixo Alentejo. Na minha cabeça, a
coisa fazia sentido por duas ordens
de razão. Em primeiro, pela homogeneidade
e pela proximidade cultural
e identitária entre os povos do
Sul do Alentejo e do Litoral. E, depois,
pela contestação natural ao
centralismo de um único Alentejo
em Évora, tal como tem acontecido
ao longo dos tempos em prejuízo
das zonas mais periféricas. Esta
ideia tinha, e ainda tem, apoiantes
e detratores cujos argumentos, os
de uns e os dos outros, são sobejamente
conhecidos. E sempre alicerçados
em considerandos mais de
ordem política, em estratégias partidárias,
do que propriamente na
racionalidade, na exequibilidade
e na urgência de adotar as regiões
administrativas em Portugal continental.
Foram precisamente estas
tricas que levaram ao descalabro
na votação referendária de 1998
(em contraciclo o “sim” venceu no
Alentejo). E que deixaram o País na
deriva administrativa que hoje se
encontra. Com os dinheiros “descentralizáveis”
postos nas mãos de
comissões de coordenação regional
não eleitas e não escrutinadas. E
com as competências supramunicipais
relegadas para comunidades de
autarquias feitas à martelada e impostas
de cima para baixo. A governança
regional em Portugal é hoje
uma perfeita anedota. Uma realidade
antidemocrática, anacrónica
e, a todos os níveis, inaceitável. Em
ano de eleições para a Assembleia
da República é fundamental que os
partidos tomem a coragem de recolocar
na agenda de campanha a
questão da regionalização. Porque,
tal como está, o território caminha
alegremente para a falência. O litoral
está condenado pela concentração
desmedida e o interior sentenciado
pela desertificação humana.
Durante anos defendi, já o disse,
uma região administrativa para
o antigo Baixo Alentejo. A visão
de um Alentejo único e indivisível
sempre me provocou muita comichão
na moleirinha. Hoje penso de
forma diferente. Para já, os municípios
do Litoral estão absolutamente
contra a integração numa sub-região
com tal desenho. Depois, é
muito mais o que nos une de Nisa
a Odemira e de Barrancos a Vendas
Novas do que aquilo que nos separa.
Bom exemplo disso é o sucesso
da marca turística “Alentejo”.
E, por fim, o que urge mesmo é acabar
com a hegemonia administrativa
do Terreiro do Paço. É evidente
que a sombra de Évora, que costuma
comer tudo, tudo, tudo, pairará
sempre sobre todos nós. Mas
antes um Sebastião barrigudo eleito
em Évora, do que uma mancheia de
pançudo em Lisboa, sempre prontos
a meter a colher.

terça-feira, 12 de maio de 2015

A do Pinto em Festa de 15 a 17 de maio

Venham divertir-se nas Festas em Honra de Nossa Senhora, com os espectáculos, animações e muito mais!
O sorteio do LCD e dos óculos irá realizar-se no dia 17 :)

PROGRAMA:

15 Sexta-Feira
08h00 - Alvorada
10h00 - Abertura do som de rua
17h00 - Abertura do bar da Comissão de Festas
21h00 - Procissão das Velas
22h00 - Baile com Duo Sensações

16 Sábado
08h00 - Alvorada
10h00 - Abertura do som de rua
12h00 - Abertura do bar de Comissão de Festas
12h00 - Oração do Rosário na Igreja
15h00 - Animação de rua com o grupo de repercussão Bombos Alen'ritmo (pedimos desculpa pelo erro no cartaz)
16h00 - V Encontro de convivio de ranchos corais (org. Grupo Coral de A-do-Pinto)
- Desfile de grupos corais e atuação em palco
22h00 - Atuação do grupo de dança "Nascidas para Dançar"
22h30 - Espetáculo com as "Bombocas"
23h30 - Baile com Nuno Florindo
00h00 - Fogo de artificio
00h30 - Continuação de baile

17 Domingo
08h00 - Alvorada
10h00 - Abertura do som de rua
12h00 - Abertura do bar da Comissão de Festas
17h00 - Eucaristia
17h30 - Chegada da Banda Filarmónica de Brinches
18h00 - Procissão em Honra de Nossa Senhora de Fátima
21h00 - Baile com o Duo "Paulo e Sónia"

Beja Romana 2015 - Programa - Foto Reportagem





segunda-feira, 11 de maio de 2015

2º Passeio Btt Adiça 17 maio 2015


Prova cronometrada 50Km (Dificuldade média)

-Pequeno almoço

-Almoço (opcional)

-Abastecimentos (sólidos e líquidos)

-Carro de apoio

-Duches Quentes

-Pequenas lembranças

-Lavagem de bikes

-Carro de emergência (ambulância)

Nota: USO OBRIGATÓRIO DE CAPACETE

Concentração - Largo da Junta de Freguesia (próximo da Casa do Povo)

Abertura do secretariado: Dia 16 de Maio de 2015 das 18H00 às 22h00

Dia 17 de Maio de 2015 a partir das 07H00

Partida - 09h00

Duches - Campo de Futebol

Almoço - Mercado municipal (Junto da Junta de Freguesia)

Com almoço – 16 pedais

Sem almoço - 10 Pedais

Acompanhantes - 8 Pedais

Método de pagamento - Por transferência bancária para o
NIB: 004562524026264972805

(enviando o comprovativo de pagamento assim como a identificação de cada participante para o e-mail: bttadica@hotmail.com)

Inscrições abertas até 13-05-2015

Ajuda o FC ALbermoense - 16 mai 2015


Semana Académica de Beja 20 a 12 Maio 2015


PAVILHÃO DOS SABORES - PARQUE DE FEIRAS



Pulseiras já á venda na sede da AAIPBeja (ESTIG)

Info sobre preços na página:

https://www.facebook.com/sacabeja

Ela Queria - Virgem Suta

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Diário do Alentejo Edição 1724


Editorial
Praias
Paulo Barriga

O tempo tem andado empastelado
que nem um folhado de
azeite. Ora chove, ora faz frio,
ora assim-assim. Sair de casa, pela manhã,
é uma verdadeira lotaria de guarda-
-fatos. É tão raro acertar na taluda das
mangas-cavas ou da gola-alta como encontrar
uma tirada certeira nos discursos
de Cavaco Silva. Em maio do ano
passado já se adivinhava o verão. E os
gin and tonic. E a maresia. Este ano, não!
Nem uma caracolada de balcão é possível
antever de um dia para o outro, tal o
aborrecimento do tempo que faz. E dos
tempos que agora passam. O verão não
tarda no calendário, mas só com grande
genica imaginativa hoje nos virá à lembrança
uma bola de berlim. Isto para
qualquer comum dos mortais. Porque
há quem olhe para o verão por nós e
nos queira proteger as toalhas dos salpicos
de areia das campanhas eleitorais
e dos chi-chis da propagando política.
Cavaco Silva. Pois claro, quem mais poderia?
O bom do nosso Presidente está
preocupado com a possibilidade de o
chinfrim da campanha para as Eleições
Legislativas poder incomodar as férias
dos seus compatriotas. Coisa sagrada
em demasia, as férias, para ser interrompida
pelas buzinas e pelas pernas branquelas
dos políticos em campanha. Por
isso mesmo, recomenda o senhor Silva, o
ato eleitoral deve ocorrer apenas em outubro
e nunca em setembro. Bom, talvez
Cavaco tenha alguma razão a este
respeito. Mas pouca. Pezinho de político
na areia dourada não é lá muito elegante,
é um facto. Mas eleições em cima
do período de elaboração do Orçamento
do Estado e coladas umas às outras (as
Presidenciais vêm já a seguir) é que não
tem mesmo jeito nenhum. Talvez a melhor
ideia (pena já não irmos a tempo
nem a horas) fosse ter marcado as ditas
cujas para antes do verão. Até porque
o tempo, empastelado, está de feição
para umas idas às feiras e aos mercados.
Também é verdade que ninguém saberia
hoje em quem votar, nem mesmo
os próprios candidatos, tal a pobreza ou
a inexistência de propostas e de ideias
para o País. Mas vá lá, do mal o menos.
O curioso deste pensamento estival de
Cavaco Silva prende-se também com os
cuidados e com a atenção que aparenta
nutrir pelo povo indígena. O Presidente
está preocupado com os incómodos que
possam atingir as férias dos portugueses.
Mas não diz uma palavra sobre…
a esmagadora maioria de portugueses.
Sobre os tais que nem férias têm graças,
precisamente, ao “bom caminho”, como
o próprio agora afirmou, que as contas
públicas nacionais estão a trilhar. Para
esses, para os rapinados e entesados, talvez
até fosse uma boa distração a campanha
eleitoral decorrer em pleno verão.
Pelo menos havia alguma inovação
em relação à programação das festarolas
de aldeia, das feiras e das romarias que
preenchem o tão querido mês de agosto
de Cavaco Silva. Mas isto sou eu a dizer
agora, numa altura em que o tempo anda
empastelado. Por certo que a Ágata, o
Toy, os Némanus, alguns padres e os presidentes
das comissões de festas pensam
de forma diferente. Talvez, não sei!